Jueves 08 de agosto del 2013
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Claro se alista para dar respuesta al edicto que se encuentra colgado en el edificio del Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones, en el que se le sanciona con $5.200 millones, debido al número de llamadas caídas que presenta su red en los departamentos de Guainía y Vaupés.

Desde el 22 de julio se encuentra publicado el aviso y la empresa de telecomunicaciones tiene hasta el próximo 12 de agosto para dar una respuesta oficial sobre la sanción que aún no ha sido fijada. La firma tiene dos opciones: presentar una solicitud de reposición o una de apelación.

Ahora bien, el día 31 de julio el operador envío un comunicado oficial a medios, informando que no tenía conocimiento alguno sobre la sanción impuesta por el Mintic. Además, afirmó que ha trabajado de la mano con la Comisión de Regulación de Comunicaciones, CRC, para mejorar la calidad de las llamadas; y, también informó que ha presentado planes de mejora que representan inversiones de aproximadamente $2 billones en lo corrido de este año.

Pero ahí no terminó el proceso, esta semana la firma de Carlos Slim envió un comunicado oficial en el que explicó a la opinión pública que “estos incumplimientos se presentaron en las zonas rurales de los departamentos de Guainía y Vaupés, en los cuales se generan o reciben 6 de cada una de las 100 mil llamadas cursadas en hora pico a nivel nacional. Los incumplimientos del indicador de calidad de llamadas caídas, en esta resolución, corresponden a los meses de Octubre, Noviembre y Diciembre de 2011”.

El siguiente paso en la disputa es la respuesta oficial del operador al Ministerio de las TIC, que hará o no efectiva la sanción.

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A Claro, operadora do grupo América Móvil, anunciou esta semana que não cobraria valores adicionais de seus usuários, pré e pós-pagos, pela navegação na rede social Facebook. De acordo com o presidente da operadora no Brasil, Carlos Zenteno, o benefício para os usuários de telefonia não envolve qualquer transação econômica com a rede social. "Essa é uma parceria muito boa com o Facebook e, em contrapartida, colocaram mídia", afirmou o executivo. 

O executivo, no entanto, lembrou que este tipo de modelo de negócio - em que a operadora garante o acesso não "tributado" a determinados serviços - ainda está em desenvolvimento no mundo. "Os modelos mudam muito e se adaptam ao longo do tempo", declarou. 

O acesso dos usuários a redes sociais pelos dispositivos móveis foi destacada por Zenteno como um fenômeno impressionante e que deve receber respostas das operadoras. "Acompanhei um estudo da Nielsen, em que apontava o tempo de uso médio de um celular é de 87 minutos. No passado as pessoa usavam para falar. Hoje apenas 9 minutos do total são usados para falar. Hoje, 27 minutos são usados para estar conectado e em redes sociais. O resto do tempo é gasto com funcionalidades do aparelho. É uma mudança de comportametno impressionante, por isso lançamos os pacotes focados em dados. O comportamento dos nossos clientes mudou completmente", afirmou.

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A Claro, operadora móvel do grupo mexicano América Móvil, já conclui testes com small cells de três fornecedores e aguarda apenas a regulamentação do uso desses equipamentos pela Anatel e a definição sobre enquadramento e desoneração para avançar para o plano prático, de instalação das pequenas antenas. 

"Temos testes com vários fornecedores, iniciados no ano passado. E realmente entendemos que a tecnologia está muito madura par entrar no mercado, mas estamos na espera da regulamentação das small cells e também os incentivos para instalação desses equipamentos", afirmou o presidente da Claro Brasil, Carlos Zenteno. 

Segundo ele, a operadora utilizará diversos tipos de small cells, a depender das necessidades de cada usuário. "A femtocell é uma tecnologia para prédios pequenos, reduzidos, apartamentos e áreas menores. Algumas small cells têm potência maior, que já usam sistema distribuído de antenas. Então, depende do cliente".

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Vai longe  e que permitiu a entrada da tecnologia 4G no país. O pagamento aos operadores de MMDS pelos 110 MHz que foram desocupados para o uso da tecnologia LTE estava previsto desde 2010, quando a Anatel publicou a resolução 544, que estabelecia a nova destinação para a frequência de 2,5 GHz, até então  ocupada pelos serviços de TV paga. As operadoras de MMDS tinham direito a 190 MHz e ficariam com apenas 50 MHz. Mas o ressarcimento acabou na justiça.

 

A portaria já explicitava que os novos entrantes –as operadoras de celular – teriam que arcar com o custo de desocupação da faixa. Apesar do pleito de todos os participantes –  vendedores e compradores – para que pelo menos a metodologia de cálculo do valor a ser pago fosse estabelecida no edital -, a Anatel preferiu deixar que o mercado se entendesse após a venda das frequências. A distância nos valores a serem desembolsados entre os pagantes e os vendedores era muito grande e todos acabaram recorrendo à agência para arbitrar o preço que deveria ser pago.


“Quando a agência decidiu o preço, também estabeleceu novo prazo de pagamento, para  dia 27 de julho de 2013. Muitos operadores de MMDS ficaram descontentes com o valor definido, pois consideraram muito baixo, mas decidiram acatar a decisão da agência”, afirmou Carlos Andre Albuquerque, da Neotec, entidade que representa os provedores de conteúdo.


Celular

 

Já as operadoras de celular que compraram as frequências – Claro, Oi, TIM e Vivo -  se dividiram frente ao preço estipulado pela Anatel, que estabeleceu um desembolso total das quatro  de R$ 314 milhões. visto que  possuíam operações de MMDS. Mas enquanto o valor a receber da NET é de pouco mais de R$ 7,18 milhões, o do grupo espanhol alcança quase R$ 45 milhões.  

TIM e  Oi só têm a pagar, e nada a receber. As duas compraram as menores bandas (de 10 MHz para o up e outros 10 MHz para o downstream), e teriam que desembolsar para os 16 operadores de MMDS envolvidos na negociação o valor total de R$ 52,336 milhões.  Vivo e Claro pagariam o dobro deste total: R$ 104,673 milhões.

 

Na data prevista, a  Vivo depositou os seus pouco mais de R$ 100 milhões (R$ 29,656  foram para a própria Telefônica Sistemas de TV) e TIM também pagou a quem devia. Claro e Oi resolveram contestar a decisão na justiça. E a briga promete ser longa, e percorrer  todas as instâncias judiciais.

 

Embora as ações das duas operadoras tenham sustado o pagamento, os argumentos iniciais são bem diferentes. A Oi, por exemplo, sequer entrou no mérito da decisão da Anatel. Ganhou liminar  da 21ª Vara Federal de Brasília com um argumento bem singelo: a Anatel estabeleceu o preço  sem dar prazo ou direito de defesa. E a juíza confirmou: “todo e qualquer processo judicial e administrativo deve ter por estruturantes os princípios do contraditório e da ampla defesa”. Concedeu a liminar.

 

A Claro, por sua vez, preferiu  entrar no mérito da decisão. E depositou em juízo garantias bancárias equivalentes aos valores contestados, sinal que vai longa em sua disputa, também ganhou a liminar.  Fontes da operadora afirmam que  estão questionando  a metodologia de cálculo na qual a agência considerou a construção de redes, e a base de usuários a ser migrado maior do que a empresa concordava. A Anatel tenta derrubar as liminares.

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La compañía de telefonía móvil Movistar, emitió este viernes un comunicado en el que rechaza el informe sobre cifras de portabilidad numérica.

En el pronunciamiento de la compañía española se manifiesta que ésta y “otros operadores hemos denunciado por prácticas de portaciones ficticias a Claro”.

Según argumenta Movistar, la delegada de la Superintendencia de Industria y Comercio recomendó que se impusieran sanciones a la empresa Clarocomo lo señalaron algunos medios de comunicación luego de haber realizado una investigación.

“En consecuencia – señala el comunicado - el resultado de la Portabilidad Numérica debe analizarse a la luz de las portaciones ficticias, lo que no está integrado en el Informe hecho público por la CRC hoy, y que cambiaría de manera significativa los resultados”.

Según el informe que se conoció este viernes, Claro recibió 818.478 números de otros operadores, mientras que Movistar 177.394.

Así mismo, el informe señala que Claro donó 456.743 números a otros operadores, mientras que Movistar 716.842.

El pasado miércoles se conoció el Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones de Colombia podría sancionar a la empresa Claro por no haber reportado a tiempo el número total de llamadas caídas, las quejas de los usuarios e intentos fallidos de llamadas por redes de 2G y 3G.

De no interponer ningún recurso de apelación la empresa de telefonía tendría que pagar una multa de 8.700 salarios mínimos vigentes, equivalentes a 5.200 millones de pesos.

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