A Ceragon Networks informou nesta terça-feira (22) que a Vivo, operadora móvel da Telefonica Brasil, a selecionou como parceiro de backhaul sem fio para a próxima fase de sua rede LTE. O contrato que supera US$ 6 milhões inclui uma gama de soluções de curta distância com base na sua família de produtos FibeAir, além de serviços.
"Depois de anos trabalhando com as soluções da Ceragon, estamos convencidos de que Ceragon tem a experiência, o alcance e visão tecnológica para cumprir a meta da Vivo para atingir a cobertura completa de LTE antes da Copa do Mundo de 2014", disse Leonardo Capdeville, diretor de Rede da Vivo.
O acordo entre a Vivo e a Ceragon é uma ampliação do contrato entre o Grupo Telefónica e a fornecedora. A Ceragon tem a Telefónica como cliente em seis mercados nacionais.
Com a proximidade da conclusão do processo de padronização da tecnologia LTE na frequência de 450 MHz, um capítulo do debate em torno da cobertura rural do país se encerra. Os fornecedores da tecnologia a terão disponível para o final do ano. No entanto, a disposição das operadoras de utilizar a solução ainda é pequena. No caso da TIM, a única que anuncia publicamente que já se decidiu pelo LTE em 450 MHZ, as ERBs no novo padrão serão usadas pontualmente em uma abordagem de nicho. O prazo para cumprimento de cobertura rural pelas operadoras, porém, não permitirá uma seleção adequada, testes e implementação antes de 2015, tanto na avaliação da TIM quanto na da Claro. Ou seja, para a primeira onda de cobertura, as opções devem ser as frequências de 850 MHz e 2,1 GHz, utilizando o 3G.
O caminho tecnológico a ser adotado pela TIM está sacramentado. Cobrirá Paraná e Santa Catarina com a tecnologia 3G na faixa de 850 MHz. No Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde não detém a frequência mais baixa, a opção será o 3G em 2,1GHz, complementado, a partir de 2015, com o LTE em 450 MHz. A operadora descarta, porém, o uso do CDMA em 450MHz. “A TIM acreditou no conceito do LTE em 450 MHz porque é uma das tecnologias de vanguarda e mais preparadas para o futuro, independente de em qual frequência será aplicada”, afirma Janilson Bezerra, gerente de inovação tecnológica da TIM Brasil.
A opinião não é unânime. A Claro, por exemplo, ainda não bateu o martelo e espera fechar os planos para cobertura rural até setembro, após concluídas as negociações com a Anatel. A opção conservadora seria fazer a oferta de voz e dados na faixa de 450 MHz, com tecnologia CDMA, já defasada. “Não acreditamos que a tecnologia LTE em 450 MHz esteja disponível para essas metas. Há ainda o preço do terminal”, diz a fonte. Outra opção, que envolve maior investimento e melhores serviços, é já ofertar um serviço de maior velocidade na faixa de 850 MHz com tecnologia 3G.
Para partir para a opção mais arrojada, a Claro entende que a Anatel precisaria dar alguns estímulos às operadoras, como estender a isenção fiscal definida para a 450 MHz para outras frequências, criar financiamento para fornecedores com dificuldades de caixa e, principalmente, definir o polígono de cobertura da estação radiobase flexível. “De tal forma que a operadora não seja obrigada a cobrir áreas de preservação, onde nem se pode colocar antena”, esclarece a fonte.
Se a conversa avançar nessa direção, a opção da Claro será oferecer cobertura de voz e dados pela rede móvel na frequência de 850 MHz, nas áreas de obrigação, com exceção da Bahia. Aí, onde não tem esta frequência, poderia usar o CDMA 450 MHz, a faixa de 2,1 GHz ou recorrer à infraestrutura de terceiros (TIM e Vivo operam em 850 MHz na Bahia).
Mas as diferenças em termos de cobertura não se dão apenas na escolha das frequências, mas também do tipo de produto. Para a cobertura rural, a TIM optou pela licença de STFC (voz fixa) e SCM (dados); assim como a Oi, na sua área; e a Telefônica, fora do Estado de São Paulo. Isso porque a operadora italiana vai trabalhar com o conceito de CPE: telefone fixo, cabo Ethernet e WiFi integrado. Já a Telefônica, no estado de São Paulo, e a Claro, pediram licenças de SMP (voz móvel) e SCM (dados).
Fornecedoras
Com o encerramento de 80% do processo de padronização do LTE em 450 MHz, a Huawei, relatora do processo, fechou o primeiro contrato com uma operadora russa que detém uma rede CDMA em 450 MHz. A WxBR começa agora a montar uma linha de produção, com capacidade para entregar as primeiras ERBs e CPEs no final do ano, e para fornecer milhares de equipamentos no início de 2014.
Ao contrário das operadoras, cautelosas, os fornecedores da nova tecnologia estão otimistas. De acordo com Samuel Lauretti, diretor-presidente da WxBR, as conversas com operadoras têm avançado e provavelmente no segundo semestre a empresa deve anunciar um contrato. “Sabemos que esse mercado já está acontecendo. Para as operadoras, a frequência é um ativo escasso, que não pode ser desperdiçado, especialmente na perspectiva de uso de carrier aggregation, técnica para utilizar mais de uma banda para obter mais velocidade para navegar. Acreditamos que todas [as operadoras] utilizarão a frequência”, avalia Lauretti. Ainda, alega, a banda disponível em 450MHz para cobertura rural é estreita (5MHz mais 5MHz) e, por isso, deve ser usada com a tecnologia que garanta seu melhor aproveitamento.
Para a Huawei, o fato de o 450 MHz ser uma frequência baixa a torna ideal para a cobertura rural. “A cobertura de uma radiobase em 450 MHz é 95% maior do que uma em 2,6 GHz. Isso significa que a operadora precisa de menos radiobases, o que implica um custo de implantação reduzido”, afirma José Augusto de Oliveira Neto, CTO da Huawei no Brasil. Na defesa da solução, Lauretti frisa que a empresa desenhou um modelo de negócio que permita à CPE de LTE em 450 MHz ter preço de mercado semelhante às versões para outras tecnologias e frequências.
El mercado peruano se prepara para recibir el próximo año un internet móvil 10 veces más veloz que el actual, que le permitirá descargar a los usuarios una canción en 0,38 segundos.
El 4G o Long Term Evolution (LTE) es una tecnología que proporciona una mayor velocidad de transferencia de datos con internet mayor a cualquier servicio de redes celulares existente.
Para que el Perú pueda acceder a esta nueva tecnología, el Ministerio de Transportes y Comunicaciones (MTC), a través de la Agencia de Promoción de la Inversión Privada (ProInversión), realizó ayer la subasta de los dos bloques de las bandas 1.710-1.770 MHZ y 2.110-2.170 MHZ.
Movistar se adjudicó el bloque A (1.710-2.100 MHZ) al ofrecer US$ 152,2 millones; cifra que representa mayor en 240% más sobre el precio base que se estableció (US$ 63,4 millones).
Mientras que Americatel Perú (filial de la empresa chilena Entel) se adjudicó el bloque B (1.710-2.110 MHZ) al ofrecer US$ 105,5 millones. Es decir, 166% sobre el precio base. Ambas bandas deberán empezar a funcionar en agosto del 2014.
América Móvil Perú (Claro) ofreció una inversión
de US$ 103 millones por la Banda A y US$ 93 millones por la Banda B, por lo que no pudo adjudicarse a ninguna de las mencionadas. Viettel Perú no presentó oferta alguna.
Jesús Guillén, jefe de Proyectos en Telecomunicaciones de ProInversión, manifestó que por ahora la empresa Claro tendrá que seguir ofreciendo los productos que tiene como el 3G.
"Claro puede acceder al 4G como un operador móvil virtual a través de cualquiera de las dos empresas en los próximos dos años", aseguró.
El Ministerio de Transportes y Comunicaciones (MTC) estimó que en los próximos cinco años 234 distritos del país contarán con este servicio.
"A más tardar a mediados del 2017 tendrán cobertura ciudades como Iquitos, que no ha tenido un despliegue de cobertura a internet en forma importante. Se va a lograr que 4 millones de familias tengan acceso a internet", señaló Raúl Pérez Reyes, viceministro de Comunicaciones.
Javier Manzanares, presidente de Telefónica del Perú, aseguró que con este logro mantendrán su posicionamiento como líderes digitales en el Perú.
"Hemos invertido más de US$ 7.300 millones en infraestructura de telecomunicaciones, y esta es una demostración de nuestra confianza en el desarrollo del país. Ganar esta licitación nos permite seguir cumpliendo con nuestra visión de usar lo mejor de la tecnología para mejorar la vida de los peruanos", comentó.
En tanto, el gerente general de Entel, Antonio Büchi, sostuvo que este es un paso más, completamente alineado con su compromiso de inversión de largo plazo.
"Nuestra visión es la de consolidarnos como un operador relevante, que contribuye responsablemente a que en Perú se viva cada día con mayor y mejor conectividad, y para esto se necesita espectro", dijo.
La concesión será por un periodo de 20 años que pueden ser renovables. La inversión estimada es de US$ 400 millones, por cada una de las bandas, en los primeros 10 años de la concesión.
Hay que evitar el monopolio
Herly Llerena
Experto en Telecomunicaciones
El Ministerio de Transportes y Comunicaciones (MTC) está satisfecho porque las cifras de las subastas han superado el monto base que ellos había planteado en base a un cálculo.
Han habido dos ganadores (Telefónica Móviles y Americatel), Claro se va quedando fuera del partido.
En los próximos años Telefónica va a consolidarse mucho más ya que el mercado de Americatel es muy pequeño. Si Claro no entra pronto como un operador móvil, el mercado va a monopolizarse.
Este es un proceso que puede tomar tiempo pues primero tendrá que presentarse una ley en el Congreso.
Telefónica, al ser dueña de la infraestructura, siempre tendrá una posición de dominio; esta situación es preocupante para los usuarios de la empresa que queda fuera, ya que estará en desventaja frente al servicio que ofrecen las empresas ganadoras de la licitación.
El Organismo Supervisor de la Inversión Privada en Telecomunicaciones (OSIPTEL) fiscalizará y supervisará los compromisos asumidos por las empresas operadoras que se adjudicaron las bandas de 1.7-2.1 Gigahertz a través de las cuáles ofrecerán acceso a la Internet móvil de alta velocidad (LTE: Long Term Evolution).
Hoy, los operadores de telefonía móvil Telefónica Movistar y Americatel (subsidiaria del grupo Entel de Chile y actual accionista mayoritario de Nextel del Perú) ganaron los concursos públicos por las administraciones de las bandas de 1.71-1.77 Ghz. y 2.11-2.17 Ghz., respectivamente. Los procesos fueron organizados por Pro Inversión.
MAYOR ACCESO
Entre los acuerdos que deberán asumir estas compañías destaca el aseguramiento del acceso a las bandas LTE, en los distritos del Perú ubicados fuera de las principales ciudades del Perú y con mayor afluencia turística. “Esta meta, según el contrato, deberá cumplirse de manera gradual hasta el segundo año de operaciones, e implica que los usuarios puedan acceder a velocidades mínimas de descarga de 1,2 Megabytes por segundo”, explicó Gonzalo Ruiz Díaz, Presidente Ejecutivo de Consejo Directivo del OSIPTEL.
Asimismo, al término del tercer año las operadoras deberán ofrecer LTE en las capitales de Regiones donde exista el servicio de transporte de comunicación mediante fibra óptica.
Los accesos a la Internet móvil que usen las bandas LTE tendrán la capacidad de alcanzar velocidades de subida y bajada de información, superiores a las que hoy están disponibles en el mercado peruano, tales como la HSPA.
“Por ejemplo, la descarga de un video de dos horas, demora actualmente aproximadamente 2 horas, mientras que con la tecnología LTE este tiempo de descarga sería de menos de 5 minutos”, explicó Ruiz Díaz.
(Movistar) y (Entel) serán las dos únicas operadoras móviles que podrán ofrecer el servicio de conexión móvil a Internet con tecnología Long Term Evolution (LTE), conocida comercialmente como .
Tras la licitación de cuyos resultados fueron anunciados hace minutos, ambas empresas se comprometieron a pagar un total deUS$257,7 millones por los dos bloques de bandas disponibles. Este monto supera en más de cuatro veces el precio base de casi US$63,4 millones que estableció la agencia promotora de las inversiones.
Quienes quedaron fuera de la competencia y en desventaja respecto a la cartera de servicios que pueden ofrecer a sus clientes, fueron (Claro Perú) y la firma Viettel Perú -que está dando sus primeros pasos en nuestro mercado-.
Telefónica Móviles se hizo de la banda 1.710 – 1.770 Megahertz(MHZ)tras ofrecer US$152,2 millones. En segundo lugar quedaron América Móviles (Claro Perú), que ofreció US$103 millones, y Americatel, que pujó con US$84,6 millones.
En la licitación de la segunda banda de 2.110 – 2.170 MHZ, resultó ganadora Americatel Perú, subsidiaria de la chilena , que este año adquirió la operadora de telefonía móvil , y que ofrece servicios de telefonía fija e Internet al segmento corporativo.
La empresa ofreció US$105,5 millones para hacerse de esta banda, dejando en segundo lugar a América Móvil, que participó con una oferta de US$93 millones.
El espectro se entregará en concesión por un periodo de 20 años que pueden ser renovables. Según se ha comentado, el Gobierno espera que los operadores realicen una inversión estimada de US$400 millones por cada uno de los dos bloques de banda, en los primeros diez años de la concesión.


