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AMÉRICA LATINA

Costa Rica puede copiar a Brasil al bloquear señal celular en las cárceles

Mediatelecom

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LaRepublica.net, Jeffry Garza

Brasil tiene la tercera población carcelaria más grande del mundo, por lo que combatir los hechos delictivos acometidos desde los centros penitenciarios es todo un reto.

En el país más grande de Sudamérica hay 726 mil personas encarceladas.

Al igual que en Costa Rica, en Brasil las cárceles están cerca de los centros urbanos, por lo que a la hora de bloquear la señal celular es necesario tomar en consideración la afectación que podría tener en los vecinos cerca de los centros penitenciarios.

Este reto fue solventado con éxito por Neger Telecom, una empresa originaria de Brasil, que logró bloquear con éxito la señal celular en 23 de las 200 cárceles de Sao Paulo.

¿Cómo lo hizo? La clave está en la tecnología utilizada, que son pequeñas antenas al interior de los centros penitenciarios que complementan el bloqueador, indispensables para que los dispositivos solo sean desactivados al interior del recinto.

“Las soluciones de bloqueo convencionales como las que usan en Asia, Europa y Estados Unidos, están diseñadas para regiones que están en lugares desolados. Esta tecnología evidentemente no puede aplicarse en América Latina, ya que las cárceles están cerca de la ciudad”, explicó Eduardo Neger, director de Ingeniería de Neger Telecom.

En el caso de Brasil, el gobierno corre con los gastos del bloqueo de la señal, pero el proyecto de ley de Costa Rica contempla que sean las operadoras las encargadas de impedir las comunicaciones desde las cárceles.

En tierras brasileñas operan Claro, Telefónica y la estatal Vivo, en un esquema similar al de nuestro país.

“Las operadoras aquí apoyan el tema del bloqueo y contribuyen en la parte técnica, pero no están de acuerdo en pagar por los bloqueadores de señal, algo que en el caso de Costa Rica, podría afectar”, analizó Neger.

El proyecto de ley penalizaría a las operadoras por incumplir con el bloqueo de señal, con una multa de entre 0,5% y hasta un 1% de los ingresos brutos del operador obtenidos durante el período fiscal anterior, si la conducta es reiterativa.

Aunque la ley está aprobada, es hasta el próximo año que entraría a regir el reglamento para su aplicación, por lo que la señal celular sigue activa en las cárceles nacionales.

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AMÉRICA LATINA

JP Morgan passa a ter menos de 5% do capital da Oi

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Tele.síntese

O banco de investimentos JP Morgan informou ao mercado na noite de sexta-feira, 18, que passou a deter menos de 5% do capital social da Oi. O banco diz que, em função do recente aumento de capital, teve sua participação da concessionária brasileira reduzida a 4,56% (cerca 174,9 milhões de ações).

“Tal redução da participação ocorreu exclusivamente por conta da emissão de novas ações ordinárias pela Companhia que passou a ter no total 3.828.979.960 ações ordinárias de sua emissão, o que diluiu a participação acionária detida pelos fundos, veículos e contas de investimentos geridos pelo JP Morgan”, diz em comunicado enviado à CVM.

Leer más: http://www.telesintese.com.br/jp-morgan-passa-a-ter-menos-de-5-do-capital-da-oi/

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AMÉRICA LATINA

Judicialização de postes em São Luís deixa mercado em alerta

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Teletime – Henrique Julião

As operadoras de telecomunicações estão acompanhando de perto o cenário de judicialização criado em torno de um projeto de readequação de cabeamento nos postes da cidade de São Luís. No fim do ano passado, uma decisão da Justiça maranhense solicitou a proibição da venda de produtos e serviços pela Claro no município caso a empresa não reiniciasse ajustes para o reordenamento da ocupação dos postes na capital. Segundo a operadora, as atividades de readequação sequer foram interrompidas.

Há no mercado o receio que outras cidades ou estados adotem o mesmo tipo de postura, embora o único caso de judicialização contra as grandes operadoras seja, por enquanto, o da capital maranhense. Como existem diversos acordos de readequação sendo feitos em outros municípios, um ambiente de coordenação para a questão da ocupação dos postes se faz cada vez mais necessário. De toda forma, as teles observam muito de perto o assunto.

Leer más: http://teletime.com.br/21/01/2019/judicializacao-de-postes-em-sao-luis-deixa-mercado-em-alerta/

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AMÉRICA LATINA

Anatel nega pedido da Brasscom e mantém prazo de consulta sobre agenda regulatória

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Convergencia Digital – Ana Paula Lobo

A Brasscom tentou, mas não teve o pedido aceito pela Anatel para a prorrogação da consulta pública 49/2018, que trata sobre a nova agenda regulatória para o biênio 2019/2020. A decisão do órgão regulador foi publicada no Diário Oficial da União. O prazo para a entrega de sugestões termina às 23h59 desta segunda-feira, 21/01. A Agenda Regulatória é instrumento de planejamento que agrega as ações regulatórias consideradas prioritárias e que serão objeto de estudo ou tratamento da Agência durante sua vigência.

Entre as prioridades da nova agenda, que foi relatada pelo conselheiro Emmanoel Campelo, estão a revisão do modelo legal das telecomunicações, oferta de espectro, internet das coisas e 5G. Na parte de espectro, além da faixa 3,5GHz para o 5G e um possível leilão ainda em 2019, mesmo que contestado por operadoras como a Claro, do grupo América Móvil, também entrou como ações prioritárias a destinação da banda L, de 1427 a 1518 MHz. 

Leer más: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=49901&sid=8

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