Martes, 17 de octubre del 2017
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A Oi enviou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na madrugada desta quinta-feira (12) comunicados informando detalhes de discussões confidenciais com o um grupo de credores realizadas nos de 10 e 11 de outubro em Nova York. 

No dia 10, a companhia se reuniu com os comitês diretores dos grupos de detentores de títulos ("bondholders") denominados International Bondholder Committee (IBC) e Ad Hoc Group of Bondholders, assinando acordos de confidencialidade para facilitar potenciais discussões e negociações sobre a estrutura de capital da companhia e alternativas para uma proposta de reestruturação e injeção de capital.

Leer más: http://www.valor.com.br/empresas/5154040/oi-divulga-negociacoes-com-credores-sobre-recuperacao-judicial

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Depois de audiência com o presidente Michel Temer nesta terça-feira, 3, integrantes do Conselho de Administração da Oi se mostraram confiantes em contar com o apoio do governo para superar os enormes desafios que a empresa, em recuperação judicial, tem pela frente. O principal problema da prestadora é negociar a dívida com a Anatel, na casa de R$ 11 bilhões.

A reivindicação da empresa é de que possa trocar parte dessa dívida por investimentos, mas não consegue o aval da Advocacia-Geral da União. Outro ponto é a aprovação do PLC 79/2016, que permite a migração das concessões para autorizações e permite destinar para investimentos em banda larga os saldos das obrigações de universalização, assim como os valores referentes aos bens reversíveis.

Leer más: http://teletela.com.br/teletime/03/10/2017/conselheiros-da-oi-apresentam-situacao-da-empresa-temer/?noticiario=TT

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Os credores da Oi reunidos pela G5/Evercore, Moelis e FTI Consulting (que representa agências de investimento estrangeiras) apresentaram mais detalhes da sua proposta de plano de recuperação da operadora. Pelos termos apresentados hoje, 02, pedem troca de R$ 26,1 bilhões de dívidas em 88% do capital do Grupo Oi. Se comprometem a injetar, ainda, R$ 3 bilhões na empresa e sugerem a realização de uma oferta de pública de mais R$ 3 bilhões – este último, ponto que não haviam sido cogitados em agosto.

O grupo de credores reforça, em nota, a tese de que, na assembleia de credores a ser realiza pela Oi em 23 de outubro, teriam maioria dos votos caso a Anatel se abstenha ou vote contra a proposta da operadora. 

Leer más: http://www.telesintese.com.br/bondholders-propoem-outro-plano-de-recuperacao-da-oi/

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Ao atender o pedido da Oi para adiamento da assembleia de credores, prevista inicialmente para 9 de outubro próximo, o juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, titular da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, reconheceu dificuldades operacionais e ainda destacou que deverão surgir ‘modificações substanciais’ no plano de recuperação. 

“Com bastante eloquência, o administrador judicial e o Ministério Público opinaram pelo acolhimento do pedido de adiamento da AGC [Assembleia Geral de Credores], diante da inegável exiguidade de tempo para preparação de todas as medidas necessárias ao cumprimento das decisões judiciais proferidas em sede de agravo de instrumento, mais especialmente, no que tange a possibilidade da apresentação de modificações substanciais ao plano, obtidas após debates com os credores, o que conferirá um cenário mais favorável para tomada de decisão nos debates.”

Leer más: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=46356&sid=8

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Jueves, 28 Septiembre 2017 07:54

A bomba da Oi no colo do governo

O pedido de adiamento da assembleia de acionistas da Oi se deve a uma tecnicalidade sobre a forma de apresentação da lista de credores, mas a nota oficial da companhia evidencia que ainda há dificuldade maior nos bastidores: encontrar um plano de recuperação que acomode a questão dos créditos com a Anatel e conciliar o interesse dos acionistas e credores.

Esta talvez seja a mais recente e, talvez, maior evidência de que a bomba da Oi pode explodir no colo do Estado, queira o governo ou não. O cenário é simples de ser resumido: sem uma forma de equacionar essa dívida (de pelo menos R$ 11 bilhões, na conta da Oi, ou R$ 20 bilhões, na conta da Anatel), não existe plano de recuperação que pare em pé. Sem um plano de recuperação viável, a empresa vai à falência, porque é isso o que está previsto no rito legal da Lei de Recuperação Judicial. Falida, torna-se imprevisível o futuro da maior concessionária do país, com presença em 5 mil municípios, detentora da maior rede de transporte de telecomunicações e única prestadora de serviços fixos (telefonia fixa e banda larga) em cercas de 3 mil municípios. No limite, o que pode acontecer é o desmembramento da empresa, com as partes adquiridas por suas concorrentes, concentrando ainda mais o mercado.

Leer más: http://teletela.com.br/teletime/27/09/2017/bomba-da-oi-no-colo-do-governo/?noticiario=TT

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