Viernes, 15 de diciembre del 2017
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Em comunicado ao mercado hoje, 13, a Oi torna públicos os principais pontos do acordo de confidencialidade com membros do Comitê Diretor do International Bondholder Committee  (IBC) e do Comitê Diretor do Grupo de Credores Ad Hoc (AHG) em 7 e 22 de novembro de 2017. A publicidade do acordo, acompanhados dos principais documentos em momento oportuno, já estava prevista no próprio acordo.

O comunicado afirma que “para  que  não  haja  dúvida,  o  plano  protocolizado  pela  companhia em 12 de dezembro de 2017 (o  “Plano  Modificado”) pode ser alterado para  refletir integralmente os  termos e condições  estabelecidos na Apresentação dos Termos Principais Acordados, assim como outros assuntos relacionados.

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A consultoria Ernest & Young (EY) elaborou, a pedido da Oi, um laudo sobre o plano de recuperação judicial protocolado ontem, 12, no TJ-RJ. O relatório indica que a concessionária poderá evitar a falência caso receba os aportes financeiros mencionados, no caso, R 4 bihões de investimento de credores, mais levantamento de R$ 2,5 bilhões em capital no mercado.

“Após conduzirmos análises e sujeito às premissas e assunções nelas expressadas, consideramos que o PRJ é viável sob a ótica econômico-financeira, desde que haja a concretização do Aumento de Capital, das Formas de Financiamento Adicionais e demais captações de recursos”, observa a EY.

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Diferentes interlocutores estão confiantes de que a Assembleia da próxima semana da Oi vai aprovar o plano de Recuperação Judicial apresentado ontem, 12, pelo novo presidente, Eurico Teles, pois ele conta com o apoio dos principais credores – com o maior volume da dívida privada – e com o respaldo do governo. A AGU – Advocacia Geral da União – já sinalizou para a própria empresa (mas ainda não oficializou à Anatel) que tudo poderá ser equacionado na própria assembleia, sem precisar de qualquer novo ato legal no que se refere às multas.

A nova postura da AGU se deve a uma única – mas significativa – mudança de posição da concessionária, quando Teles passou a conduzir as negociações. A Oi aceitou que a correção do parcelamento das dívidas seja indexada pela Selic ( a taxa de juros) e não pelo IPCA (que mede a inflação). Essa posição permitiu que o governo aceitasse o restante da proposta da Oi, de dar entrada no sinal de 20% com os recursos da recuperação judicial- de mais de R$ 1 bilhão – e pouco desembolso de seu caixa, e parcelamento da dívida em 240 meses, com os descontos já anunciados pela empresa, além do prazo de carência.

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O governo não vai editar medida provisória para resolver a questão dos débitos da Oi com a Anatel. Segundo uma fonte da Advocacia-Geral da União, o grupo de trabalho buscou sempre um tratamento diferenciado para esses créditos, garantindo uma sustentação jurídica ao plano de recuperação da companhia.

No plano, a Oi precisou ceder em alguns pontos, como reconhecer uma parte da dívida que até então contestava, chamada pela empresas de "créditos ilíquidos", referentes a valores ainda em disputa com a agência. Isso fez com que o crédito com a Anatel saltasse de R$ 11 bilhões para R$ 14,5 bilhões, e sobre este montante é aplicado o desconto de 25% na multa de mora, 50% de mora e 20% da multa estimada de créditos líquidos. Também teve que se conformar com a indexação à Selic e não ao IPCA, como defendia.

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Entre os documentos apresentados pela Oi como anexos ao Plano de Recuperação Judicial que será discutido e votado na Assembleia Geral de Credores do dia 19 está uma apresentação sobre o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU). O documento trata do PGMU IV, como uma "lista de desejos" (wish list). O documento diz que é "essencial que o PGMU IV seja aprovado o mais rápido possível com um cálculo justo do saldo e que os fundos remanescentes possam ser usados em investimentos em banda larga em lugar de serviços de voz fixos".

A empresa espera a imediata efetivação do plano aprovado pelo conselho da Anatel, afirmando que as novas obrigações teriam ainda que ser aprovadas pelo conselho consultivo, MCTIC e presidência da república. Os recursos seriam investidos em banda larga mesmo que não houvesse migração para o regime de autorização, mas ressalta que há divergência nos cálculos de valores. De qualquer maneira a Oi estima em uma redução ao valor presente de R$ 1,3 bilhão em obrigações, sendo R$ 300 milhões com a redução de obrigações dos TUPs e R$ 1 bilhão com as metas de backhaul e Postos de Serviços Multifacilidades (PSM).

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