Domingo, 20 de agosto del 2017
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El gobierno de Brasil abrió una nueva consulta pública para debatir la actualización del Comité Gestor de Internet (CGI), que estará disponible hasta el 8 de septiembre.

La consulta consta de 18 preguntas sobre la composición de la entidad, el proceso de elección de representantes, el uso de mecanismos de transparencia y de participación de las acciones del CGI.

El documento elaborado por la Secretaría de Política Informática del Ministerio de Ciencia, Tecnología, Innovación y Comunicaciones (MCTIC) cuestiona la mejor manera de intensificar la coordinación entre las competencias estratégicas y las actividades operativas vinculadas al ejercicio de gobernanza de Internet brasileña.

En 2003, se estableció el último decreto (4.829) para la estructura del comité, en la nueva norma se debe incluir la manera en que se supervisarán las actividades operativas resultantes del ejercicio de la gobernanza de Internet y el fortalecimiento de las actuales competencias para establecer prioridades, directrices y criterios para la gestión de los ingresos obtenidos.

“El propio avance de Internet en el mundo, su influencia como herramienta concreta de derechos fundamentales, la ampliación de la digitalización a todos los sectores de la economía y el considerable y continuo aumento del número de usuarios propician cuestionamientos sobre la necesidad de actualización de esa estructura”, señaló el  MCTIC.

En la misma línea, el gobierno de Brasil, lanzó recientemente otra consulta sobre la Estrategia Digital Brasileña; que incluye directrices y metas para la digitalización de la economía del país durante los siguientes años, y prevé alrededor de 60 acciones estratégicas en Tecnologías de la Información y la Comunicación.

 

El MCTIC busca conocer la opinión de la sociedad sobre el papel del CGI en la Estrategia Digital y en el proceso de transformación digital de la sociedad, del sector productivo y del estado.

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A secretaria geral da Presidência da República, constituiu hoje, 5, o Comitê de Governança Digital para a Presidência. Esse Comitê, que éintegrado por funcionários do Palácio do Planalto deverá aprovar o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação da Presidência, e opinar sobre os recursos orçamentários necessários para as TICs da presidência.

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Aconteceu na última semana em Guadalajara, no México, o 11º Fórum de Governança da Internet (IGF). O evento debate maneiras de como os 83 países que participaram do encontro podem ampliar o acesso à internet e contribuir para as metas de desenvolvimento sustentável, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O IGF terminou tendo como consenso a necessidade de desenvolvimento local de uma internet abertas, livre, resistente a ameaças digitais, segura e descentralizada. O fórum continua, no entanto, enfrentando dificuldades para influenciar a tomada de decisão dos governos locais em relação às políticas digitais. A resistência neste ano teria aumentado, com a crescente onda de conservadorismo e nacionalismo de alguns dos países participantes.

Com relação ao Brasil, um grupo de organizações sociais não governamentais teceu um manifesto, criticando o que considera ameaças aos avanços do Marco Civil da Internet (MCI), sancionado em 2014 e regulamentado neste ano. O texto classifica o PL 3453 como ameaça. Ele “representará um sério revés nas políticas de telecomunicações e resultará na perda da soberania do Estado sobre as redes de telecomunicações, comprometendo o propósito estabelecido pelo MCI de acesso universal e inclusão digital”, diz o manifesto.

As organizações também rejeitam a inércia do governo federal em estabelecer uma política pública de acesso à banda larga. Acusam, ainda, o governo, Anatel e operadoras de agir contra a competição. “O governo, em conjunto com a Agência Nacional de Telecomunicações, tem sido permissivo em relação a práticas comerciais discriminatórias, como permitir novos planos com limites de dados, bem como acordos anticoncorrenciais entre grandes provedores de acesso e grandes plataformas de serviços online”, defendem.

Assinam o manifesto: Public Knowledge, Access Now, Electronic Frontier Foundation (International), Article 19, Association for Progressive Communications (APC), Asuntos Del Sur, Asociación por los Derechos Civiles (ADC) – Argentina, Center for International Media Assistant (CIMA) – EUA, Tunisian Forum for Economic and Social Rights
Alternatives Forum in Morocco (FMAS), Solidarius – Itália, IPANDETEC – Panamá, Datos Protegidos – Chile, Fantsuam Foundation – Nigéria, Media reseauforum.org – Québec, Canadá, Women’s Net – África do Sul, R3D – Red en Defensa de los Derechos Digitales – México, EngageMedia – Austrália, Centre for Internet and Society (CIS) – Índia, Alternative Informatics – Turquia (Alternatif Bilisim), Altercarto – Les Mondes de la Terre – França, Cartographie Citoyenne – Tunísia, epicenter.works – Áustria, GreenNet – Reino Unido, Panoptykon, Foundation – Polônia, IT for Change – Índia, Just Net Coalition, SonTusDatos (Artículo 12, A.C.) – México, ALAI – Agencia Latinoamericana de Información, Asociación Centro Civitas – Guatemala, Fundacion Karisma – Colômbia
E-joussour, portal for civil society of Maghreb/Machrek, Alternatives – Québec, Canadá, One World Platform – Bósnia e Herzegovina, Turkey Blocks, Socialtic – México, Ritimo – França, Centro de Estudios Históricos Arturo Jauretche (CEHAJ) – Argentina, Australian Privacy Foundation – Austrália, Derechos Digitales – Chile, TEDIC – Paraguai.

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Quarenta entidades de defesa de direitos civis e acesso a internet, do Brasil e de outros 21 países, apresentaram um manifesto contra propostas do novo governo para alterações no Marco Civil da Internet e na estrutura de governança da internet no Brasil. Apresentado no encerramento do Fórum de Governança da Internet deste ano, o IGF 2016, o manifesto critica a guinada conservadora também neste tema com a derrubada de Dilma Rousseff.

“Devido às recentes mudanças políticas no país, a Internet aberta como a conhecemos está agora em risco. O atual governo, em uma transição de poder questionável, tem sido refratário ao debate democrático, apoiando um corpo conservador de representantes do Congresso que procura agir contra o que o MCI [Marco Civil da Internet] garante em termos de proteção dos direitos fundamentais na Internet”, diz o manifesto

As entidades sustentam, ainda, que com a reviravolta política “assistimos a ações políticas do Poder Executivo que ameaçam a governança multissetorial da Internet, mais especificamente o CGI.br. Os representantes do governo declararam abertamente que pretendem rever a representatividade e participação da sociedade civil na comissão.”

Na prática, o manifesto lido no IGF 2016 é uma demonstração de apoio internacional à Coalizão Direitos na Rede, que reúne 24 organizações brasileiras, por entidades civis dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Polônia, Áustria, Itália, Bósnia, Turquia, África do Sul, Marrocos, Tunísia, Nigéria, Índia, Austrália, Argentina, México, Panamá, Chile, Colômbia e Guatemala. 

As críticas se referem a vontade expressa de integrantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações por mudanças legais que tornem o Marco Civil mais flexível aos modelos de negócios das empresas de telecomunicações, notadamente na questão da neutraldiade de rede. Da mesma forma, há o receio de que sejam feitas modificações no modelo participativo do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

O manifesto questiona, ainda, a mudança em curso no modelo regulatório das telecomunicações no Brasil. “O Congresso está prestes a aprovar uma lei que representará um sério revés nas políticas de telecomunicações e resultará na perda da soberania do Estado sobre as redes de telecomunicações, comprometendo o propósito estabelecido pelo MCI de acesso universal e inclusão digital”, sustenta o documento. 

Coube ao embaixador Benedicto Fonseca, diretor de temas científicos e tecnológicos do Itamaraty, o rebate. “Quero lembrar que o Brasil tem uma democracia de plenos direitos, tem deficiências mas há maneiras de os cidadãos influenciarem os processos e discussões. Estamos surpresos com isso ser trazido a este Fórum. Para ser franco, não sei que tipo de impacto pode ter nos processos internos, que têm sua própria dinâmica.”

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La tercera edición del Foro Colombiano de Gobernanza de Internet, se llevará  a cabo el 21 de octubre de 2016 en Bogotá, el cual tiene como objetivo establecer un debate entre académicos, ciudadanos, y sectores público y privado, sobre el uso y apropiación de las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) en Colombia, así como los retos a enfrentar con la economía digital.

El evento contará con la presencia de Luis Fernando Lozano, director de Conectividad del Ministerio de Tecnologías de la Información y las Comunicaciones (TIC); Juan Manuel Wilches, experto comisionado de la CRC; Iván Mantilla del Departamento Nacional de Planeación; Marcos Peres de la Universidad Externado, entre otros.

Acceso para la inclusión y el desarrollo, el empoderamiento de las mujeres a través de las TIC y sus derechos en los espacio digitales, crecimiento económico en el ecosistema digital y ciudades inteligentes, son sólo algunos de lo temas principales que se abordarán.

De acuerdo con datos de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), la economía digital contribuyó 6.1 por ciento del crecimiento del PIB en Colombia, entre 2005 y 2010.

El foro es organizado por la Mesa Colombiana de Gobernanza de Internet, de la cual también forma parte la Oficina Internacional del Ministerio TIC. La Mesa Colombiana busca establecer el camino para la evolución y uso de Internet en el país, por medio de la discusión de políticas públicas sobre principios, normas y  programas comunes de las tecnologías de la información.

La iniciativa acerca de una discusión sobre Gobernanza de Internet, nació en Túnez en 2005 y actualmente se desarrolla en foros regionales, nacionales y mundiales. El Tercer Foro en Colombia se transmitirá vía streaming.

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