Viernes, 22 de septiembre del 2017
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Não é de hoje que as empresas de telecomunicações têm aproveitado seus espaços de manifestação institucional para chamar a atenção para a necessidade de um ambiente mais favorável aos investimentos em redes, para o peso da carga tributária sobre o preço dos serviços ao consumidor, para o declínio das receitas oriundas dos serviços tradicionais. Mas agora os dados estão sendo explicitados com uma contundência nunca antes vista.

Na edição do Painel TELEBRASIL de 2015, Marcos Aguiar, sócio da consultoria BCG, trouxe de maneira discreta o primeiro sinal de alerta: a rentabilidade do setor, medida pelo retorno sobre o capital empregado, estava em patamares muito abaixo do custo de capital. Na edição deste ano do Painel TELEBRASIL Aguiar trouxe novamente o dado, mas agora revisitado e com todos os percentuais explicitados. E os números não são bons. A indústria de telecom, no Brasil, tem visto suas margens de retorno se deteriorarem para algo em torno de 4%, enquanto o custo de capital típico da indústria é de 15%. E mais: nas contas do BCG, para que o setor consiga levar a banda larga (fixa ou móvel) a 90% da população, seriam necessários investimentos adicionais entre R$ 100 bilhões e R$ 200 bilhões em 10 anos, a depender dos parâmetros de velocidade e tecnologias empregadas. A mensagem do BCG é simples: com a taxa de retorno atual da indústria, esse investimento não será feito pelo iniciativa privada, porque é mais negócio colocar o recurso em investimentos de menor risco e maior rentabilidade.

Leer más: http://teletela.com.br/teletime/20/09/2017/massificacao-da-banda-larga-demanda-investimentos-entre-r-100-bilhoes-e-r-200-bilhoes/?noticiario=TT

 

Publicado en Banda ancha

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou hoje, 20, no Diário Oficial da União decisão favorável à Claro a respeito do aluguel de postes da concessionária elétrica Light. Ficou decidido que a Claro deverá pagar o valor descrito em contrato (sigiloso) entre novembro de 2014 e outubro de 2015. Depois dessa data, a Light terá de reduzir o valor cobrado, para o preço de referência.

O preço de referência, definido em resolução conjunta de Anatel e Aneel, é de R$ 3,19 mais a correção monetária sobre desde 2014, quando foi publicada. A decisão lembra que a Light é obrigada a ceder postes para uso de operadoras de telecomunicações por se tratarem e um insumo essencial à prestação dos serviços.

O processo mantém em sigilo a quantidade de postes e regiões abarcadas.

Leer más: http://www.telesintese.com.br/claro-vai-pagar-valor-de-referencia-por-uso-de-postes-da-light/

Publicado en Regulación

Um sinal de que a indústria de telecomunicações não está saudável, na avaliação de de Angelis, são as crises vividas por Sercomtel, concessionária da cidade de Londrina (PR), Nextel e Oi. No caso das duas primeiras operadoras, ele credita o problema ao fato de não terem operação integrada e não terem escala. Já no caso da Oi, como tem operação integrada, escala e gera caixa e superavit, ele acredita que o problema será superado. Lembrou que, há um ano e meio, a TIM Brasil também enfrentou problemas por falta de geração suficiente de caixa. “Nossa vantagem é que tinhamos baixo endividamento. Fizemos a lição de casa e superamos a crise. Mas vamos ter que, como indústria, resolver a questão da baixa rentabilidade”, observou.

Financiamento

Ao lado desse problema hoje estrutural, decorrente das próprias obrigações impostas ao longo dos anos às operadoras, elas observaram que o novo modelo de telecom que está sendo traçado pelo governo, tendo como eixo a banda larga, tem que equacionar o financiamento da franja da população, entre 4% e 5% dos brasileiros, que moram em regiões distantes, de baixo adensamento populacional. “Não adianta. Através da competição, vamos atender os grandes centros e cidades médias. Mas as cidades pequenas, as comunidades só vão ser atendidas com recursos públicos. Se isso não for feito, essas populações vão ficar ainda mais marginalizadas”, disse José Félix, presidente da Claro Brasil.

Leer más: http://www.telesintese.com.br/teles-dizem-que-baixa-rentabilidade-pode-comprometer-futuro-da-industria/

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O presidente da Claro Brasil, holding que congrega Claro, Embratel e NET, José Antônio Félix, avalia que foi possível fechar o acordo com a Simba – joint-venture que congrega as emissoras Record, SBT e RedeTV! – e recolocar os sinais das emissoras na programação da TV paga porque os dois lados cederam.

” Os dois lados abriram mão de suas convicções. Eles estavam convictos de que o  valor de seu conteúdo era de R$ 15,00 por assinante.  Nós estávamos convictos de que não tínhamos que pagar por TV aberta.  Abrimos  mão e fechamos o acordo”.

Leer más: http://www.telesintese.com.br/net-e-simba-fecharam-acordo-porque-os-dois-lados-cederam-diz-felix/

 

Publicado en Empresas

O secretário de Planejamento e Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, Marcos Ferrari, acredita que a assimetria existente  no Brasil entre a regulação das empresas Over The Top (OTT, empresas de conteúdo da internet) e de telecomunicações acaba prejudicando a rentabilidade das operadoras de telecom e os investimentos em banda larga.

” As operadoras de telecomunicações têm que se defender da falta de regulação das OTTs no país. É preciso haver o ambiente competitivo, mas um pouco mais de convivência harmônica e competitiva dos dois segmentos seria necessária para evitar a inflexão do ARPU”, disse ele durante o Painel Telebrasil. ARPU é a conta média dos serviços de telecom, que atualmente está em US$ 6,00 por mês.

Leer más: http://www.telesintese.com.br/ferrari-do-planejamento-critica-falta-de-regulacao-das-otts-no-pais/

Publicado en Regulación
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