Sábado, 27 de mayo del 2017
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Verizon desestimó los datos de OpenSignal, al calificarlos de "limitados y no científicos", después de que el nuevo informe de la aplicación afirmara que T-Mobile estaba cerca de igualar a la compañía líder del mercado en redes 4G.

OpenSignal mide la disponibilidad de red por el tiempo que los usuarios se encuentran conectados a ella. La 4G de Verizon logró la métrica más alta con 88.17 por ciento del tiempo que sus usuarios estuvieron conectados a una red 4G, aunque T-Mobile se acerca con 86.6 por ciento.

Verizon, en un post en Twitter, cuestionó la validez de los datos de OpenSignal. "OpenSignal proporciona datos crowdsourced. Crowdsourcing favorece las áreas del centro de la ciudad, de donde proviene la mayoría de las pruebas, por lo que no refleja la profundidad y la amplitud de los 2.4 millones de millas cuadradas de nuestra cobertura 4G LTE, de lejos la más grande de la industria", afirmó la empresa.

Verizon señaló a otros estudios de terceros incluyendo RootMetrics, J.D. Power y Nielsen, que dijo "hacen un mejor trabajo en reflejar la experiencia real del cliente.

"Y en esas pruebas, no hay comparación real". RootMetrics, por ejemplo, clasificó a Verizon como el líder en cada categoría que probaron en la primera mitad de 2016, incluida la velocidad.

Como era de esperar, la reacción de T-Mobile al último informe de OpenSignal fue más favorable. La compañía dio a conocer un comunicado en el que aclamaba los resultados.

"Cuando se combina el valor de T-Mobile con grandes velocidades y un mapa de cobertura que es prácticamente indistinguible para los grandes, bueno, digamos que ‘se enciende’", dijo Neville Ray, CTO de la compañía.

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OpenSignal realizó un estudio acerca de las redes de cuarta generación en Brasil, en el que reveló que los operadoradores sólo brindan conectividad 4G a los usuarios durante 60 por ciento del tiempo que están conectados. Ante ello, el Sindicato Nacional de Empresas de Telefonía y de Servicio Móvil Celular y Personal (SindiTelebrasil) calificó el estudio de “poco preciso”.

El estudio indica que TIM ofrece la cobertura 4G disponible durante más tiempo con 59.21 por ciento, seguido por Vivo con 56.76 por ciento, Claro con 49.45 por ciento y por último Oi con 43.35 por ciento.

OpenSignal también destacó la velocidad de navegación, donde Claro registró 27.45 Mbps y se posiciona como el operador con mayor velocidad de descarga de datos en LTE. En segundo lugar se encuentra Vivo con 21.29 Mbps, y por último Oi y TIM, con 21.29 Mbps y 12.05 Mbps respectivamente.

SindiTelebrasil señaló que el informe demuestra que los operadores brasileños ofrecen un servicio celular con una velocidad de navegación en 4G de 19.7 Mbps, superior a la media mundial. Además apunta que el estudio se realizó con una aplicación propia de la consultora, que no considera la zona geográfica en que se realiza la medición, lo cual indica la posibilidad de mediciones en áreas donde no hay obligación de servicio o incluso oferta comercial del servicio 4G.

La tecnología de cuarta generación está presente en mil 158 municipios de Brasil, donde radica más de 60 por ciento de la población. SindiTelebrasil expone que esta cobertura supera cuatro veces la obligación de 288 municipios para 2016, establecida por la Agencia Nacional de Telecomunicaciones (Anatel).

Además la Anatel establece que la cobertura 4G debe asegurarse en 80 por ciento del municipio en el que se ha implementado.

SindiTelebrasil indicó que la prestación de servicios a través de la tecnología 4G o cualquier otra tecnología basada en la transmisión de radio, está sujeta a interrupciones temporales debido a la obstrucción de la señal.

 

Por último, el sindicato apuntó que los operadores de telefonía móvil en Brasil invierten cada uno más de 25 mil millones de reales al año, para mejorar y ampliar la cobertura de los servicios de telecomunicaciones.

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O SindiTelebrasil, sindicato que reúne as operadoras de telefonia, divulgou nota em que questiona os resultados obtidos pela OpenSignal em estudo sobre a disponibilidade das redes móveis 4G no Brasil. O material indica disponibilidade abaixo de 60% das redes 4G no país. Usa como base dados coletados por aplicativo instalado nos celulares de 39 mil usuários.

“O levantamento (…) não considera a área geográfica na qual é feita a medição. Tal premissa indica a possibilidade de medições em áreas onde não há obrigação de atendimento ou mesmo a oferta comercial do serviço em 4G”, afirma.

A entidade destaca que, até novembro, havia 1.158 cidades, onde vivem 66,4% da população brasileira, com alguma rede 4G. Número da TIM, porém, indica mais de 1,2 mil cidades, e da consultoria Teleco, que a população coberta ultrapassa os 70%.

“A cobertura atual supera em quatro vezes a obrigação estabelecida pelo edital do 4G da Anatel, que é de 288 municípios até o fim de 2016. De janeiro a novembro de 2016, o crescimento do número de municípios com cobertura 4G foi de 147%. No período de 12 meses, foram 748 novos municípios cobertos, um aumento de 182%”, diz o sindicato.

O SindiTelebrasil diz ainda que as empresas do setor cumprem as metas de cobertura definidas pela Anatel. “A cobertura que caracteriza a disponibilidade do serviço na tecnologia 4G deve ser garantida pela prestadora em 80% da área da sede do município atendido. Ou seja, medições para o relatório da OpenSignal podem ter sido feitas em municípios sem cobertura de 4G ou em áreas de municípios com cobertura, mas nas quais a tecnologia de quarta geração ainda não está disponível”, afirma.

A Anatel ainda trabalha em levantamento próprio sobre o atendimento das metas estabelecidas para 2015 e 2016. Segundo a agência, até o momento foi possível comprovar o cumprimento de 82% dos compromissos assumidos no edital de licitação de frequências 3G (Licitação 002/2007) e 85% das metas do edital de 4G (Licitação nº 004/2012). A agência não detalha até quando terminará seu relatório, mas lembra que como o trabalho está em andamento, possivelmente o índice de cumprimento crescerá.

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Em ao menos uma métrica, a da velocidade média, o Brasil pode se considerar superior à conectividade móvel vista nos Estados Unidos. Estudo feito pela OpenSignal revela que aqui as operadoras entregaram conexões 4G de 19,69 Mbps no terceiro trimestre do ano, em média. Já os norte-americanos tinham velocidade de 13,95 Mbps, ficando até mesmo abaixo da média mundial, de 17,4 Mbps.

O estudo destaca, porém, que velocidade está longe de significar disponibilidade. Nos Estados Unidos o cidadão norte-americano está ao alcance de uma rede 4G em 81,3% do tempo em que passa conectado. Aqui, em 53,86% do tempo. Nesta marca, o Brasil supera França (49,44%) e Rússia (49,23%).

A empresa ressalta, no entanto, que a quantidade de acessos também impacta a entrega da velocidade média. E que países com implantação mais recente do 4G podem apresentar resultados melhores que outros, onde a infraestrutura começou a ser instalada há mais tempo, porque no início a construção tem por foco atender centros urbanos.

Ambos os país, no entanto, têm muito o que melhorar a fim de alcançar o topo do ranking, pertencente aos asiáticos. A Coreia do Sul tem a maior disponibilidade, com o LTE acessível em 95,71% do tempo, seguido de Japão (92,3%). Em velocidade, o título de campeão fica com Singapura (45,86 Mbps), seguido de perto pela Coreia do Sul (45,77 Mbps).

Mesmo regionalmente, a comparação entre Brasil e EUA com outros países mostra que há trabalho a ser feito pelas operadoras. O México, por exemplo, entrega um LTE mais rápido que ambos (21,73 Mbps). Canadá, Equador, Colômbia, Peru e Chile, também. Em termos de disponibilidade, o Brasil fica atrás de todos, inclusive da Argentina, país das Américas lanterna em velocidade (12,19 Mbps).

O mesmo estudo mostra que o WiFi entrega, em média, velocidades mais baixas que o LTE. A conectividade sem fio a partir de um acesso fixo tem velocidade de 10,8 Mbps no mundo, enquanto o LTE, de 17,4 Mbps. A média do 3G mundial é de velocidade de 3,3 Mbps, e do 2G, de 100 Kbps.

O estudo é feito com base em dados coletados pelo aplicativo da OpenSignal em smartphones conectados à internet, em todo o mundo. Para o terceiro trimestre, a empresa coletou informações de 500 mil celulares, entre 1 de julho e 30 de setembro, em 78 países.

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