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AMÉRICA LATINA

Malas experiencias limitan el uso de canales digitales

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Elsalvador.com, Vanessa Linares

El estudio “El fin del trámite eterno: ciudadanos, burocracia y gobierno digital”, realizado por el Banco Interamericano de Desarrollo (BID), revela que la baja disponibilidad de trámites en línea y las malas experiencias previas de los usuarios son dos de los factores que limitan el uso de los canales digitales para hacer trámites.

Considerando los beneficios iniciales (más baratos, más rápidos y menos corruptibles), es válido cuestionar si el escaso uso de los trámites digitales se debe a falta de internet… ¿o de trámites?

Según la International Telecommunication Union (ITU), con datos actualizados a 2017, en El Salvador hay cinco contrataciones de ancho de banda y 56 de internet móvil por cada 100 habitantes. El 20.8 % de los hogares tiene computadora y al menos un 16.9 % tiene acceso a internet residencial.

El Latinobarómetro 2017 indica que lo que pasa es que la mayoría de ciudadanos que tienen acceso a internet lo utiliza para actividades sencillas relacionadas a redes sociales; para el comercio en segundo y menor proporción y, mucho más lejos aún, para hacer trámites.

Se menciona que estas mediciones pueden estar influenciadas en gran parte porque la disponibilidad de trámites digitales es parcial. Actualmente solo tres de 25 países de la región latinoamericana tienen más del 50 % de los trámites disponibles para empezar en línea y muchos de ellos carecen de herramientas básicas para facilitar la digitalización de trámites, como la interoperabilidad o la firma digital.

Otros de los factores que también puede incidir en el escaso uso del canal digital para hacer los trámites es que los ciudadanos tengan malas experiencias con la tecnología y sistemas informáticos públicos o porque sea cuestión de preferencia por los trámites presenciales por miedo a ser estafados o que se abuse de sus datos personales en línea.

El organismo también reconoce las brechas de capacidad por las que muchos ciudadanos no pueden acceder a los trámites que están disponibles, entre ellas la falta de identidad legal, de conectividad a banda ancha, de bancarización (acceso a tarjeta de débito o crédito, necesario para realizar pagos por trámites en línea) y de alfabetización digital.

El estudio del BID menciona que hay una correlación directa entre ingreso y uso del canal digital, y un mayor uso de los trámites digitales empresariales y de pagos: las personas con un alto nivel de estudios y que usan internet todos los días tienen una probabilidad mucho mayor de hacer un trámite en línea que un ciudadano promedio.

El documento también considera que en algunas ocasiones, aunque haya trámites en línea y aunque las personas puedan acceder a ellos, están mal diseñados y llevan a malas experiencias, dijo el BID.

Una encuesta de aproximadamente 1,000 personas de la región, casi todas con estudios terciarios avanzados (maestrías o más) y que usan internet todos los días, reveló bajísimos niveles de satisfacción con los trámites digitales y una explicación clara: no funcionan bien.

Más del 60 % de los ciudadanos que fracasaron en su último intento por realizar un trámite en línea atribuyeron las razones a problemas técnicos con la página, no encontró la información que necesitaba y el trámite no estaba en línea.

“Los gobiernos de Latinoamérica les están fallando a los usuarios de trámites digitales”, puntualizó el organismo internacional.

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AMÉRICA LATINA

Quadros volta a criticar ausência de política pública e Borges questiona o teto dos

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Tele.síntese – Miriam Aquino

O presidente da Anatel, Juarez Quadros, foi hoje, 25, bem mais explícito em suas críticas ao Poder Executivo, por não ter elaborado políticas públicas que contemplassem algumas das reivindicações do setor, entre elas a redução dos impostos.

Ele lamentou que a Lei 12.715, de 2012, sancionada pela ex-presidente Dilma Rousseff, e que previa redução de impostos para as antenas de satélite nunca tenha sido regulamentada nesse artigo, que acabou perdendo a validade. ” O Congresso cumpriu sua parte, a presidência publicou o Decreto, mas depois o artigo não foi regulamentado. Falta visão mais estratégica do Estado”, afirmou ele em evento sobre satélite realizado hoje, 25, pela Anatel.

Leer más: http://www.telesintese.com.br/quadros-volta-a-criticar-ausencia-de-politica-publica-e-borges-questiona-o-teto-dos-gastos/

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AMÉRICA LATINA

Ministério quer usar saldos do PGMU para levar rede LTE a 1,5 mil localidades

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Teletime – Samuel Possebon

O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações praticamente concluiu a elaboração do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) que terá validade até 2020. O tema está em discussão no MCTIC desde o começo do ano e a grande dificuldade de fechar o texto era preparar um decreto que contemplasse projetos de infraestrutura a serem executados pelas concessionárias do STFC com os saldos do PGMU. Não havendo fatos novos até a publicação do decreto, o martelo está batido que o saldo do PGMU deverá ser aplicado na construção e operação de uma rede de acesso em LTE (4G) em 1470 localidades onde não existe presença de nenhuma operadora. Esta opção está sendo discutida desde junho, conforme antecipou este noticiário. Cada localidade receberá uma ERB, e o custo total estimado é de R$ 611 milhões (correspondente apenas ao saldo da redução das metas de terminais de uso público – TUPs). As concessionárias terão obrigações proporcionais ao seu saldo e a lista de localidades será definida pelo MCTIC.

As operadoras estavam especialmente preocupadas em contaminar suas rede móveis com as regras da telefonia fixa, especialmente a questão dos bens reversíveis. O MCTIC deve incluir no decreto do PGMU uma cláusula que dê mais segurança para esta questão, deixando claro que a rede LTE instalada com os recursos do PGMU não se mistura com a rede do SMP.

Leer más: http://teletime.com.br/25/09/2018/ministerio-quer-usar-saldos-do-pgmu-para-levar-rede-lte-a-15-mil-localidades/

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AMÉRICA LATINA

Conselheiro indica que votará por liberar uso de satélites para obrigações de banda larga em 450 MHz

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Teletime – Samuel Possebon

Tudo indica que o setor conseguirá em breve que a Anatel admita a possibilidade de que as obrigações de banda larga rural na faixa de 450 MHz, impostas na licitação das faixas de 2,5 GHz realizadas em 2012, possam ser atendidas com a tecnologia satelital. O conselheiro da agência Emmanoel Campelo, que está com o processo em vistas no seu gabinete, sinalizou nesta terça, 25, durante evento realizado pela agência em Brasília, ser favorável à tese da flexibilização. As operadoras estão desde 2014 alertando a agência para a impossibilidade de uso desta faixa para banda larga, por não haver equipamentos em LTE com custos competitivos, dada a falta de escala global.

Emmanoel Campelo afirmou que “interpretar o 450 MHz apenas à luz do edital significa aceitar que as pessoas ficarão sem Internet”. Segundo ele, é dever do regulador encontrar uma solução que não seja a interpretação fria do edital. “O satélite pode ter papel importante. Há disposição da agência de encontrar uma solução que seja viável tecnicamente e alinhada ao interesse público”.

Leer más:http://teletime.com.br/25/09/2018/conselheiro-indica-que-votara-por-liberar-uso-de-satelites-para-obrigacoes-de-banda-larga-em-450-mhz/

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