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Senado aprueba recursos y nueva señal cultural para TVN

Itzel Carreño

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A un paso de convertirse en ley quedó el proyecto que moderniza el gobierno corporativo y capitaliza con US$ 65 millones a TVN. Esto, porque ayer en una jornada doble el Senado terminó de despachar la iniciativa. Ahora será turno de la Cámara de Diputados, la que si no está de acuerdo con cómo quedó la redacción del proyecto, forzará una comisión mixta, algo que en el ambiente político se veía como poco probable. En una primera votación, 21 senadores votaron a favor de que TVN tenga una señal 2, de corte cultural, 12 en contra y 1 abstención. Esto gatillará aportes de capital por US$ 18 millones. El presidente del directorio, Ricardo Solari, explicó que en realidad, dada la Ley de TV Digital, el canal está prácticamente obligado a contar con una nueva estación.

En la discusión previa a la votación, los representantes de ChileVamos cuestionaron que se obligue a TVN a implementar este nuevo “canal”, dado los costos adicionales que implicará en un contexto de pérdidas financieras. Solari desdramatizó la situación, dado que TVN cuenta con la experiencia para tener señales en simultáneo, por lo que realizan con su canal de noticias que se difunde en la televisión de pago. “No es algo tan extraño, ni radical”, dijo. En horas de la tarde, los senadores se volvieron a reunir en el hemiciclo y terminaron por despachar la capitalización de US$ 47 millones para financiar el plan de inversiones de la estatal. Esta vez, el apoyo fue más claro que en la votación anterior con 19 votos a favor y 7 abstenciones. Solari se mostró satisfecho por el resultado y recalcó que “esto no es un cheque en blanco”.

El directivo enfatizó que la norma impone una serie de mejoras al gobierno corporativo, principalmente el deber de ir reportando al Ministerio de Hacienda el gasto que tengan esos recursos y, una vez al año, concurrir al Congreso a dar cuenta pública de los avances. Solari reconoció que ya han avanzado en el plan de inversiones que requiere la Ley de TV Digital, pero no tenía una estimación de cuándo podrían presentarlo al Ejecutivo para contar con los recursos.

Antes, el gobierno debe apostar a que la Cámara de Diputados apruebe la iniciativa, lo que a estas alturas se espera suceda después de las elecciones del próximo 19 de noviembre. “Queremos que esta iniciativa salga cuanto antes y para eso vamos a ejercer todas nuestras facultades”, dijo el ministro de la Segpres, Gabriel de la Fuente. Respecto de la facultad de Contraloría para fiscalizar, el texto final quedó con que podrá hacerlo en la misma forma de lo que estaría una sociedad anónima abierta y privada.

TENDENCIAS

Brasil está melhor que EUA em streaming de vídeo móvel

Itzel Carreño

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Teletime – Fernando Paiva

Velocidade de rede não é garantia de uma boa experiência ao assistir vídeos em um smartphone. É o que prova uma pesquisa feita pela Open Signal, que, pela primeira vez, avaliou a qualidade da experiência de streaming de vídeo em redes móveis. O Brasil, por exemplo, está à frente dos EUA no ranking, embora tenha uma velocidade média de download pior (12 Mbps contra 16,53 Mbps).

Para medir a qualidade da experiência com streaming de vídeo, a Open Signal levou em conta três critérios: a resolução do vídeo, o tempo que leva para iniciar a reprodução e a quantidade de vezes em que o vídeo trava. Com base na análise de dados captados de usuários com diferentes modelos de smartphones e conectados às redes de diferentes operadoras, a pesquisa calculou uma pontuação, em uma escala de 0 a 100, para medir a qualidade do streaming de vídeo de cada um dentre os 69 países analisados. Dentro dessa escala, uma pontuação de 0 a 40 indica uma má qualidade para streaming de vídeo; de 41 a 55, qualidade razoável; de 55 a 65, boa qualidade; 65 a 75, muito boa; e de 75 a 100, excelente. Foram feitas 87 bilhões de medições em 8 milhões de smartphones entre maio e agosto deste ano.

Leer más: http://teletime.com.br/25/09/2018/brasil-esta-melhor-que-eua-em-streaming-de-video-movel/

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AMÉRICA LATINA

Conselheiro indica que votará por liberar uso de satélites para obrigações de banda larga em 450 MHz

Itzel Carreño

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Teletime – Samuel Possebon

Tudo indica que o setor conseguirá em breve que a Anatel admita a possibilidade de que as obrigações de banda larga rural na faixa de 450 MHz, impostas na licitação das faixas de 2,5 GHz realizadas em 2012, possam ser atendidas com a tecnologia satelital. O conselheiro da agência Emmanoel Campelo, que está com o processo em vistas no seu gabinete, sinalizou nesta terça, 25, durante evento realizado pela agência em Brasília, ser favorável à tese da flexibilização. As operadoras estão desde 2014 alertando a agência para a impossibilidade de uso desta faixa para banda larga, por não haver equipamentos em LTE com custos competitivos, dada a falta de escala global.

Emmanoel Campelo afirmou que “interpretar o 450 MHz apenas à luz do edital significa aceitar que as pessoas ficarão sem Internet”. Segundo ele, é dever do regulador encontrar uma solução que não seja a interpretação fria do edital. “O satélite pode ter papel importante. Há disposição da agência de encontrar uma solução que seja viável tecnicamente e alinhada ao interesse público”.

Leer más:http://teletime.com.br/25/09/2018/conselheiro-indica-que-votara-por-liberar-uso-de-satelites-para-obrigacoes-de-banda-larga-em-450-mhz/

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AMÉRICA LATINA

No Brasil, empresas ignoram seus próprios especialistas em cibersegurança

Itzel Carreño

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Convergencia Digital 

Uma pesquisa feita com 23 diretores de segurança da informação (CISOs no jargão em inglês) de grandes e médias empresas brasileiras sugere que esse tipo de atividade ainda é considerada secundária no mundo corporativo. De acordo com os entrevistados, pelo menos 60% das empresas não seguem as estratégias desenvolvidas por seus próprios especialistas.

O estudo, feito pela consultoria britânica 4CyberSec, aponta ainda que para quase 70% desses profissionais eles foram contratados por mera formalidade, apenas para cumprir uma exigência empresarial. Ainda assim, 60% afirmam que essas organizações os penalizariam por não proteger o negócio de ataques cibernéticos.

Leer más: http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=49050&sid=18

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